Após oito anos, finalmente Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, irá a júri popular como mandante do assassinato do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel (PT).
Sombra é acusado pelo Ministério Público por homicídio triplamente qualificado – motivo torpe, recurso que impossibilitou a defesa da vítima e, intenção de ocultar corrupção e fraudes a licitações durante a gestão de Celso Daniel, e segundo o MP ainda, ele encomendou a morte de Celso porque este havia resolvido acabar com o esquema de propinas na prefeitura.
Agora isso vai para os petistas radicais, safados e cúmplices desse assassinato: o MP e o juíz do caso, concluíram que o crime teve motivação política, sim.
O plano do Sombra de fingir que não conseguiu evitar que os bandidos levassem Celso, mesmo seu Pajero sendo blindado (ele disse que ficou nervoso e destravou "sem querer" as travas das portas), é de uma idiotice infantil. Mas seus dois ou três neurônios ainda acharam que bastava ele dizer que não soube porque os bandidos levaram só o Celso, e ele não, e tudo estaria justificado.
Para a polícia nem precisava pensar muito (se é que aquilo pensa), porque do iniciou ao fim a polícia disse que era crime comum.
Eu pergunto: "E você Lula, ainda insiste também em dizer que foi crime comum? E lembra que seu assessor especial, Gilberto Carvalho, foi 'intimado' pelo Sombra para ir correndo à Santo André para acalma-lo? E claro, você autorizou".
Seu advogado e amigo da época de sindicato, Luiz Eduardo Greenhalg, também sempre insistiu em crime comum.
Após esta decisão, o brioso (para não dizer outra coisa) advogado do Sombra, Roberto Podval, ainda acusou o juíz de suspeição e tenta anular a decisão buscando filigranas jurídicas. Já vão oito anos que estão fazendo isso.
Ô seu Podval, se seu cliente é inocente, por que então vocês não o levaram logo à juri? Assim ele ficava livre desse fardo.
Ahhh seu Lula, ainda tem as sete mortes de pessoas ligadas ao crime, e por isso, algumas não conseguiram depor.
E enquanto o Sombra continua andando na sua Pajero, Bruno, irmão de Celso, continua exilado com a família em Paris, passando necessidades, vivendo de bicos, pois foi ameaçado de morte várias vezes quando começou a falar o que o irmão lhe contou antes de morrer.