Na frente do Palácio dos Bandeirantes, em SP, em 26/03, professores em greve ao atiraram paus e pedras na polícia feriram sete deles, porque foram impedidos de invadirem a sede do governo, pois, nas palavras da presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo), Maria Izabel Noronha, estavam ali para "quebrar a espinha dorsal do governador Serra e de seu partido" (o PSDB). No dia anterior ela estava no palanque da Dilma, pré-candidata do PT à Presidência.
Essa greve dos professores é totalmente comandada pelo PT, e os professores que dela participam não estão nem aí para os alunos, querem é fazer baderna com fins políticos, e comprovando isso foi noticiada a participação de militantes do PT, e se não fosse esse o motivo por que então a presidente do sindicato fez questão de mencionar: "...e de seu partido"?
No anúncio da Apeoesp publicado no inicio do ano consta: "...'Sem o atendimento das nossas reivindicações, o ano letivo não começa!', informou Bebel...". Ou seja, os alunos que se danem.
E ainda no anúncio: "...Além disso, a Conferência definiu que os professores não participarão da 'promoção por mérito' instituída pela S.E.E através do PLC 29/09, hoje Lei Complementar 1097/09, que obriga os professores a passarem por provas periódicas para ter direito a reajuste salarial...Para Bebel, esta política adotada pelo governo José Serra (PSDB) 'é um desastre'. 'É uma política de exclusão e quem perde é a educação brasileira...".
Fica claro nestas declarações oficiais do sindicato dos professores, que eles adotaram a opção petista do socialismo ultrapassado, radical, do totalitarismo coletivo (mas como provam China, Cuba e Coréia do Norte, nas ditaduras populares sempre há uns poucos ditadores que dominam o governo), em que tanto os competentes quanto os incompetentes, os que faltam constantemente (detalhes no link abaixo), devem ser promovidos.
A declaração de que a promoção por mérito é um desastre, só pode vir de mentes com problemas mentais, ou partidárias, porque, se não se promover as pessoas com base no mérito, no melhor desempenho, melhor aproveitamento que os professores conseguem dos seus alunos, vai se promover com base em que?
E para comprovar essa falta de lógica elementar, no anúncio da Apeoesp consta o seguinte sobre essa questão: "...seu oficio (do professor) é educar e formar pessoas,... Esse trabalho não pode ser medido em termos de produtividade...".
Se é assim, seria então o caso da presidente do sindicato escrever uma tese para mostrar a todos qual é este novo e revolucionário critério de incentivo para promover as pessoas que não leva em conta a produtividade. E divulga-lo principalmente para a OCDE, Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, que a cada três anos mede em 65 países o nível dos estudantes, e os do Brasil sempre aparecem entre os últimos.
http://udemo.org.br/destaque_80.htm