A Caixa Econômica Federal (CEF) encaminhou ao Tribunal de Contas da União (TCU) os números referentes ao programa Minha Casa, Minha Vida, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O programa, criado no início do ano passado, visa à construção de um milhão de novas moradias, mas em 2009 foram concluídas apenas 1.221, ou seja, 0,6% da meta.
Lembre-se que, mesmo quando se atingir a meta de um milhão de novas moradias, ainda assim continuará grande o déficit habitacional do País, que é estimado em 7,5 milhões de tetos.
É muito evidente que no curso da atual administração não se conseguirá atingir a meta. O mesmo acontece com o desempenho do PAC em outras áreas, mas o governo insiste em culpar as empreiteiras, a fiscalização do TCU e a burocracia.
Acabar com a burocracia não deveria ser tarefa do próprio governo? E quem pode exigir das empreiteiras senão o próprio governo?
Em Goiás não faltam exemplos de que o PAC caminha com lentidão. Estão atrasadas as obras da Ferrovia Norte-Sul e se registra colossal atraso na implantação do novo terminal do Aeroporto Santa Genoveva, com a cidade passando pelo vexame do velho terminal, onde o desconforto e o espaço incompatível com a demanda são evidentes.
A sociedade tem mesmo de cobrar maior velocidade para o andamento das obras do PAC e nesse sentido esperam atuação mais firme de seus representantes políticos.Dados retirados do portal do senador Marconi Perillo.
Publicado por fabricio, em 15/03/2010 10:06 - ( 0 Comentários )
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